quarta-feira, 13 de maio de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

II Encontro Regraf


Música, troca de idéias, resistência, independência. Dia 24 de janeiro, o Coletivo Regraf, realizará o seu II Encontro artístico. O Encontro Regraf é realizado todo ano, desde a criação do Coletivo, com o objetivo de proporcionar um espaço de expressão artística e de manifestos, reunindo as bandas, grupos e coletivos parceiros que também estão engajados na luta social. A idéia principal do Encontro Regraf é fazer com que haja um espaço para divulgação da arte produzida por nós e por nossos amigos, mas também permitir que os nossos manifestos sejam ouvidos e discutidos.
O Encontro é aberto para as intervenções de músicos, poetas, pintores, dançarinos, qualquer um que queira fazer ação com arte, com amor, com vontade, contra as injustiças, contra a desigualdade, contra opressão, a favor da união, da arte, da solidariedade, e da compaixão. Pedimos apenas que quem comparecer ao evento leve 1 kg de alimento não perecível que será doado a uma comunidade, ainda não escolhida.
Na programação, o maracatu Quizumba de Banzé abre o evento na área externa da Estação do Reggae, logo em seguida o barulho continua com a banda de rap Coletivo APS, com o Hard-core da banda Nômades, a sinfonia do mangue da Circo Molambo, o rap do Êxito d’ Rua e o rock gospel da Blessing. O Dj Novato fica encarregado da discotecagem.
Compareça a mais um evento solidário, promovido pelos loucos artistas recifenses para o louco público recifense. Música para todos!!
Mais Informações: Azul: 8817-6538 Thiago: 8674-1836

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Bicicletada de Break

Programação da FuZão 2008

n o v e m b r o

27 • Abertura da FuZão
19:00 Rua Clara #51, Arruda
Graffiti, Roda de Break, Projeções

28 • Intercâmbio na comunidade Saramandaia
16:00 Sede do Grupo Axé Orum
Apresentação de dança afro, roda de diálogo sobre cultura
de resistência, graffiti, oficinas de dança, mostra de vídeo

29 • Intercâmbio na comunidade Chão de Estrela
8:30-11:00 Sede do Grupo Daruê Malungo
Oficinas de dança, roda de diálogo

• Bicicletada e Break
14:00 Concentração na Praça do Hipódromo

d e z e m b r o

01 • Intercâmbio na comunidade Totó
15:00 Sede do Grupo Mangue Crew
Graffiti e oficinas de dança

03 • Intercâmbio na comunidade Bomba de Hemetério
15:00 Instituto Vida
Roda de diálogo, oficinas de dança

04 • Intercâmbio na ABA com alunos de ingles
17:00 Aflitos

Graffiti, roda de break, conversa em inglês

05 • Intercâmbio na comunidade Ilha de Deus
14:00 Sede do grupo Carangueijo Ucá
Graffiti, oficinas de dança

07 • FuZão
14:00 Rua da Aurora
Batalha de Break (crew), batalha de FuZão, feira, roda de capoeira e MAIS!!!

Seleção da Show FuZão


Valeu todos e todas que participaram da seleção do Show FuZão. A Praça do Hipódromo ficou super movimentado com passistas, bboys e bgirls, capoeiristas e dançarinas populares e até tango rolou! Rítimos variados colocados por Sagaz e DJ Gilray, teve uma roda muito bonita do Grupo Brasa Brasil Capoeira. Valeu Gambiarra Imagens pela equipamento. Os dançarinos selecionados para fazer um show junto com os 7 Bboys e Bgirls que estão vindo do Calgary, Canadá fazer a FuZão com nós são: João, Inaê, Norcola, Zoy, Azul, Rú, Fiapo, Wanderley, Gabirú, Ellan, Eddy, e Sarah

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

revista salve s.a (arte e intervenção social)

salve s.a !!!!

uma revista historica, publicada entre 2005 e 2006, a numero zero sai aqui no blog.
a revista é uma das erramentas de comunicação da rede, foi montada coletivamente...
a proveitando o momento, umcomunicado para todos os amigos...
MUTIRÃO DE GRAFFITI
na rua da aurora, dia 23 de novembro 2008 !! apartir das h 10:00
ingredientesss
arte /musica /video/fotos/oficinas/radio livre/sk8/ graffitissss....
dialogos emergentes sobre como ser feliz na cidade !

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

FuZão 2008

Vamos fazer um Fanzine para lançar durante a
Bicicletada e Break
, ação na rua que faz parte da
FuZão 2008: Cultura de Resistência.


Mandem seus crônicas, textos, desenhos, poesias, informações....

A tema é Andando de Bicicleta

Mandem para carolmoraiss@gmail.com
Até o 15 de novembro.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Planajamento Geral da Rede Resistência Solidária

Companheiros e Companheiras da Rede Resistência Solidária!

Domingo, dia 2 de Novembro terá o reunião de planajamento.
Vai ser de 9:00-17:00 na Rua Aurora, 1019, Edifício Yemanjá
próximo ao Skatepark.

Leva seu almoço ou lanche!

Não esquecem de avisar as pessoas que você conhece.

sábado, 18 de outubro de 2008

Formação: Aprovação de projetos de lei que mudam a gestão dos hospitais públicos sem debate com a população foi o grande alerta da formação deste mês

Na reunião de formação da Rede, do dia 7 de outubro, o tema discutido foi o SUS e a crise da saúde. Quem facilitou a discussão foram Leandro David, médico sanitarista e Rodrigo Oliveira, estudante de medicina. Thiago Gaúcho e Marcos Asas, também estudantes de medicina, contribuíram com o debate.

No início da reunião, a conversa foi sobre o SUS - Sistema Universal de Saúde – que é considerado o único do mundo com acesso universal, integral, igualitário e gratuito a toda a população. Pelo menos, no papel. Antes do atual sistema, criado com a Constituição Federal de 1988, só quem pagasse a Previdência Social tinha acesso à assistência em saúde, através do INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social). Assim os trabalhadores informais e os desempregados não poderiam utilizar a rede pública de saúde. Restava para esse contigente da população a assistência gratuita das Santas Casas. Ou seja, para muitos a saúde não era direito, mas uma caridade.

Na prática, a crise de gestão no SUS sempre existiu, impedindo a universalização do direito e perpetuando a existência dos serviços privados e dos planos de saúde. As causas apontadas são o baixo financiamento, a corrupção, entre outros problemas de administração pública. Mais que isso, a noção de saúde como algo que não é apenas a ausência de doenças, mas sim um bem estar integral ainda é pouco difundida entre a população e pouco incorporada na prática entre os profissionais e estudantes da área. A população esquece o saber medicinal popular, afoga as unidades de saúde já precarizadas, inclusive a assistência psicológica, denunciando o estado de dependência de quem já não sabe estar atento ao cuidado de si mesmo. Dentro dessa lógica hospitalocêntrica, o SUS é encarado como um serviço de assistência do qual se depende para tudo e não um instrumento promotor do direito à saúde. Quem acessa os serviços privados, deixa de exigir seus direitos e relaciona-se da mesma forma dependente e mercadológica no que diz respeito à procura do bem-estar. Essa foi a conclusão inicial no debate do dia 7.


Em seguida, a conversa enveredou-se pela questão das Fundações Estatais de Direito Privado na área da Saúde. Discussão urgente, porque se trata de uma nova forma de gestão dos hospitais públicos encaminhada para votação no Congresso Nacional, e já aprovada em caráter de urgência e sem debate público no estado de Pernambuco.

Citada na constituição de 1988 e na emenda constitucional n°19 de 1998, esse tipo de Fundação pode ser um órgão para administrar áreas não exclusivas do Estado como a saúde, assistência social, cultura, comunicação social e outras. Configura-se da seguinte maneira: o governo federal contrata a Fundação (hospital) que se compromete a cumprir metas para oferecer os serviços à população; a fundação tem autonomia orçamentária, recebe os recursos do governo federal, mas os realoca na prestação de serviços com autonomia. No entanto, os valores cobrados nos serviços devem estar de acordo com uma tabela nacional e atualizada que não será necessariamente a do SUS, de acordo com Pedro Ribeiro Barbosa, um dos diretores da Fiocruz, em entrevista publicada pelo site saúde Business Web, em 18 de janeiro deste ano. Barbosa afirmou que alguns preços do SUS estão defasados. Outra mudança caso esses projeto das Fundações seja aprovado, é que o regime de contratação dos profissionais será pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de setor público, com admissão através de concurso. Cada fundação contaria ainda com um regulamento de licitações e com planos de cargos e salários próprios.

O Conselho Nacional de Saúde e o Conselho de Assistência Social não são favoráveis à idéia. Diversos sindicatos e movimentos sociais também se posicionam contra a questão. Apesar da lei já aprovada em Pernambuco, o Conselho Estadual de Saúde também é contra. Entre gestores e acadêmicos, a posição costuma ser favorável às Fundações.

Para Marcos Asas, o principal problema do projeto é permitir que cada Fundação tenha um plano de cargos, carreiras e salários próprios: “isso quebra de uma vez só a isonomia salarial, a possibilidade de uma carreira única para o SUS e com certeza se enfraquecem os Sindicatos, pois os trabalhadores vão ter cada vez menos problemas em comum”.

Marcos Asas acredita que o debate precisa ser aprofundado. Os argumentos contrários às Fundações precisam apontar alternativas aos entraves do SUS, como a Lei de Licitações que impõem prazos longos para compra de equipamentos. Esta lei poderia ser alterada, sem necessariamente se adotar a gestão através da Fundação. A lei de Responsabilidade Fiscal, que impede a contratação de profissionais após certo número de contratados, mesmo que a prefeitura e o governo estadual tenham dinheiro em caixa, é outra que poderia ser alterada, conferindo eficiência ao SUS.

O argumento que visa derrubar o que dizem os servidores públicos que se manifestam contrários às Fundações é que eles não querem perder a estabilidade, compreendida como incompatível com a qualidade do trabalho. Assim, estabilidade permanece como sinônimo de ineficiência. Porém, uma possível instabilidade nas carreiras dos profissionais de saúde não poderia alterar o quadro, obviamente.

O servidor público não é imune à demissão. O abandono de posto e outras causas podem acarretar perda do emprego. As metas também fazem parte do universo destes trabalhadores, já que é preciso acumular pontos para progredir na carreira. Isso não precisa significar instabilidade. O que impediria de haver mais metas a cumprir nos hospitais públicos? É outra pergunta que Marcos faz, apontando que hospitais universitários têm gestão de serviços por contratos, isto é, precisa cumprir metas quanto aos atendimentos, cirurgias, etc, sem incluir a folha de pagamento nesse contrato, garantindo segurança ao profissional de que seu vínculo empregatício não está restrito à duração de um contrato. “O problema não são as metas, mais quais metas?”. Meramente mercadológicas ou em acordo com os princípios do SUS?

A população precisa debater esses pontos publicamente. O SUS já garante o controle social, isto é, a participação da sociedade nos processos de decisões importantes quanto ao sistema público de saúde. Fica então a dúvida: por que o Conselho Estadual de Pernambuco não foi ouvido? Por que o projeto nacional não foi divulgado amplamente?

Mais informações: http://rodadasaude.blogspot.com/
http://conselho.saude.gov.br/
http://www.planejamento.gov.br/
http://www.saude.ba.gov.br/

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Cine Clube No Olho da Rua

Hoje tem cinema, sim senhor! Pra ver não paga nada! Melhor ainda, é na porta de casa!

O Cine-Clube No Olho da Rua chega à sua quarta edição com uma programação voltada exclusivamente para a Campina do Barreto, bairro onde foram realizadas todas as sessões do Cine-Clube. Serão exibidos os seguintes vídeos:

Mutirão de Graffite Campina do Barreto - Em 30 de março de 2008, a Campina do Barreto, através do Coletivo Gambiarra Imagens, foi a sede do Mutirão de Graffite, uma ação da Rede de Resistência Solidária. Como de costume, os grafiteiros coloriram a comunidade, os MC’s B.Boys, funkeiros e outros artistas e grupos da comunidade, como o coquista e cirandeiro Saúba, tiveram seu espaço garantido durante o dia. À noite, foi momento no qual a comunidade foi vista por si mesma. Foram mostradas imagens e fotografias feitas durante o dia e também exibidos filmes realizados no próprio bairro.

Histórias de uma Campina - Moradores da Campina do Barreto falam um pouco sobre a história do lugar.

Os dois vídeos foram realizados pelo Coletivo Gambiarra Imagens, que também teve a idéia e está tocando em frente o Cine-Clube No Olho da Rua.

Pra quem quiser chegar por lá:

Cine-Clube No Olho da Rua, a partir das 19h
Rua Sapateiro José das Neves Cavalcanti, nº 84, Campina do Barreto (na frente do Coletivo Gambiarra)
Pontos de Referência: Pliclinica Amaury Coutinho,Rua dos Peixinhos(Ponte da Amizade), PSF de Chão de Estrelas
Busão: Campina do Barreto, Chão de Estrelas e Cajueiro